Como Escrever Melhor
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Escrever bem é saber expressar ideias de forma clara, rápida e persuasivamente. Uma boa redação revela capacidade de raciocínio e esforço pessoal - mesmo para aqueles que têm mais facilidade.
1. Tenha sempre em mente que o tempo do leitor é limitado: O que você escrever deve ser entendido na primeira leitura. Se você quer que seu trabalho seja lido e analisado por seus superiores, seja breve. Quanto menor o texto, maior a chance de ser lido por eles. Durante a 2ª Guerra Mundial, nenhum documento com mais de uma página chegava à mesa de Churchill.
2. Saiba onde você quer chegar: Antes de redigir, faça um esboço, listando e organizando suas ideias e argumentos. Ele lhe ajudará a não se desviar da questão central. Comece parágrafos importantes com sentenças-chave, que indiquem o que virá em seguida. Conclua com parágrafo resumido.
3. Torne a leitura fácil e agradável: Os parágrafos e sentenças curtos são mais fáceis de ler do que os longos. Mande telegramas, não romances. Para enfatizar, sublinhe sentenças e enumere os pontos principais (como fizemos com essas "dicas").
4. Seja objetivo sempre que possível.
Não objetivo - "Estamos preocupados com que nosso projeto não seja aprovado, o que poderia afetar negativamente nossa fatia de mercado".
Objetivo - "Este projeto é necessário para manter nossa fatia de mercado".
5. Evite "clichês": Use suas próprias palavras.
Clichê - O último, mas não menos importante...
Direto - Por último...
6. Evite o uso de advérbios vagos: E não esclarecedores, como "muito", "pouco", "razoavelmente".
Vago - O projeto está um pouco atrasado.
Direto - O projeto está uma semana atrasado.
7. Use uma linguagem simples e direta: Evite o jargão técnico e prefira as palavras conhecidas. Não esnobe o seu português.
Jargão - Input, Output.
Português comum - Fatos/informações, resultados.
8. Ache a palavra certa: Use palavras de que você conheça exatamente o significado. Aprenda a consultar o dicionário para evitar confusões. Palavras mal-empregadas são detectadas por um bom leitor e depõem contra você.
9. Não cometa erros de ortografia: Em caso de dúvida, consulte o dicionário ou peça a alguém para revisar seu trabalho. Uma redação incorreta pode indicar negligência de sua parte e impressionar mal o leitor.
10. Não exagere na elaboração da mensagem: Escreva somente o necessário, procurando condensar a informação. Seja sucinto sem excluir nenhum ponto chave.
11. Ataque o problema: Diga o que você pensa sem rodeios. Escreva com simplicidade, naturalidade e confiança.
12. Evite palavras desnecessárias: Escreva o essencial. Revise e simplifique.
Não Escreva / Escreva
Plano de Ação / Plano
Fazer um debate / Debater
Estudar em profundidade / Estudar
No evento de / Se
Com o propósito de / Para
A nível de Diretoria / Pela Diretoria
13. Evite abreviações, siglas e símbolos: O leitor pode não conhecê-los.
14. Não se contente com o primeiro rascunho: Reescreva. Revise. Acima de tudo, corte. Quando se tratar de um trabalho importante, faça uma pausa, entre o primeiro e o segundo rascunho, de pelo menos uma noite. Volte a ele com um olhar crítico e imparcial.
15. Peça a um colega para revisar seus trabalhos mais importantes: E dê total liberdade para comentários e sugestões.
Fonte: http://www.bestreader.com/port/txcomoescrever.htm
segunda-feira, 23 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
PROVOKAÇÕES!
1. Deve-se evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??…então valeu!
9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em TODAS as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem ideias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar.
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais! Esqueça.
17. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
18. Quem precisa de perguntas retóricas?
19. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
20. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
21. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
22. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
23. Não abuse das exclamações!! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
24. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
25. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
26. Seja incisivo e coerente, ou não.
27. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
28. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo! …nada de mandar esse trem… vixi… entendeu bichinho?
29. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.
http://provokacoes.wordpress.com/2007/11/05/30-dicas-para-se-escrever-de-forma-correta
terça-feira, 6 de julho de 2010
OS VERBOS VER E VIR
Há muita dificuldade no uso dos verbos “ver” e “vir”, pois há modos em que as conjugações ficam muito parecidas e, consequentemente, causam confusão.
Vejamos: o pretérito imperfeito do subjuntivo inicia-se com o uso da conjunção “se” (indicativa de hipótese) e é caracterizado pela terminação “sse”: se ele visse (ver), se ele viesse (vir).
O futuro do subjuntivo inicia-se com o uso das conjunções “quando” ou “se”, indicativas de possibilidade, e é caracterizado pelas terminações “ar”, “er”, “ir”: quando eu o vir (ver), quando eu vier (vir).
A dúvida maior surge quando o verbo “vir” está no infinitivo (vir) e o verbo “ver” está no futuro do subjuntivo (vir). Como saber qual está sendo empregado? Só através do contexto é possível. Veja:
1. Se você o vir passando aqui hoje, dê-lhe o recado. (ver)
2. Diga-lhe para vir até mim, por favor. (vir)
Outra ocasião é do verbo “vir” na primeira pessoa do plural do presente do indicativo e do verbo “ver” também na primeira pessoa do plural, mas do pretérito perfeito do indicativo. Observe:
1. Nós vimos de um lugar muito calmo. (vir)
2. Nós vimos você no shopping esta semana. (ver)
Notem que o verbo “vir” conjugado no Presente do indicativo é diferente do Pretérito perfeito do indicativo:
1. Nós vimos de um lugar muito calmo / Eu venho de um lugar muito calmo. (Presente)
2. Nós viemos para cá ontem / Eu vim para cá ontem. (Pretérito perfeito)
Uma boa dica para quando tiverem dúvidas quanto à conjugação dos verbos é usar um site de conjugações, como o http://www.conjuga-me.net/.
Fonte: http://www.brasilescola.com/gramatica/ver-ou-vir.htm
Vejamos: o pretérito imperfeito do subjuntivo inicia-se com o uso da conjunção “se” (indicativa de hipótese) e é caracterizado pela terminação “sse”: se ele visse (ver), se ele viesse (vir).
O futuro do subjuntivo inicia-se com o uso das conjunções “quando” ou “se”, indicativas de possibilidade, e é caracterizado pelas terminações “ar”, “er”, “ir”: quando eu o vir (ver), quando eu vier (vir).
A dúvida maior surge quando o verbo “vir” está no infinitivo (vir) e o verbo “ver” está no futuro do subjuntivo (vir). Como saber qual está sendo empregado? Só através do contexto é possível. Veja:
1. Se você o vir passando aqui hoje, dê-lhe o recado. (ver)
2. Diga-lhe para vir até mim, por favor. (vir)
Outra ocasião é do verbo “vir” na primeira pessoa do plural do presente do indicativo e do verbo “ver” também na primeira pessoa do plural, mas do pretérito perfeito do indicativo. Observe:
1. Nós vimos de um lugar muito calmo. (vir)
2. Nós vimos você no shopping esta semana. (ver)
Notem que o verbo “vir” conjugado no Presente do indicativo é diferente do Pretérito perfeito do indicativo:
1. Nós vimos de um lugar muito calmo / Eu venho de um lugar muito calmo. (Presente)
2. Nós viemos para cá ontem / Eu vim para cá ontem. (Pretérito perfeito)
Uma boa dica para quando tiverem dúvidas quanto à conjugação dos verbos é usar um site de conjugações, como o http://www.conjuga-me.net/.
Fonte: http://www.brasilescola.com/gramatica/ver-ou-vir.htm
terça-feira, 29 de junho de 2010
TER HAVER OU A VER?
Isto não tem nada haver ou a ver com você?
Você já ficou com dúvidas sobre qual utilizar?
O problema tem acontecido porque “haver” e “a ver” apresentam sentido diferente, mas têm formas semelhantes e produzem o mesmo som.
Antes se dizia: Isso não tem nada que ver com você! Contudo, foi-se simplificando ainda mais com a substituição pela preposição “a”.
Por isso, quando quiser dizer que uma coisa não tem relação com outra, use “a ver”.
O verbo “haver” surge quando alguém precisa receber dinheiro de alguém ou recuperar algo que perdeu: Preciso haver meu dinheiro.
Use “ter a haver” no sentido de “ter a receber”.
Compare: Ana tem tudo a ver com as coisas que aconteceram. (As coisas que aconteceram têm relação com Ana).
Ana não tem nada a haver. (Ana não tem nada para receber de ninguém).
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/tem-ver-ou-tem-haver.htm
Você já ficou com dúvidas sobre qual utilizar?
O problema tem acontecido porque “haver” e “a ver” apresentam sentido diferente, mas têm formas semelhantes e produzem o mesmo som.
Antes se dizia: Isso não tem nada que ver com você! Contudo, foi-se simplificando ainda mais com a substituição pela preposição “a”.
Por isso, quando quiser dizer que uma coisa não tem relação com outra, use “a ver”.
O verbo “haver” surge quando alguém precisa receber dinheiro de alguém ou recuperar algo que perdeu: Preciso haver meu dinheiro.
Use “ter a haver” no sentido de “ter a receber”.
Compare: Ana tem tudo a ver com as coisas que aconteceram. (As coisas que aconteceram têm relação com Ana).
Ana não tem nada a haver. (Ana não tem nada para receber de ninguém).
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/tem-ver-ou-tem-haver.htm
segunda-feira, 21 de junho de 2010
SEJE, MENAS E MEIA
Hoje vou falar sobre três erros básicos que às vezes são cometidos, mesmo que se tenha consciência deles... Nunca é demais lembrar!
Seja X seje / Esteja X Esteje
As conjugações seje e esteje não existem. Essa é uma confusão feita com a conjugação dos verbos ser e estar no presente do subjuntivo, que é o tempo verbal usado em frases como "ela quer que eu fale...", "não que eu não pense", "a não ser que eu ligue...". No caso dos verbos ser e estar, o correto é seja e esteja, sempre.
Ex.: É melhor que o material seja levado pela equipe.
Caso eu não esteja no escritório, ligue no meu celular.
Menos X menas
Menas também não existe. Menos é um advérbio de intensidade, portanto não concorda com o substantivo.
Ex.: Eles fizeram menos reclamações.
Há menos pessoas neste evento.
Meio X meia
Assim como o menos, o advérbio meio não tem concordância de gênero. Você não chega em casa meia cansada (isso significaria estar 50% cansada, ou só a metade da direita, por exemplo!). Você chega meio cansada. Deixe a meia para colocar no pé. Ou para quando partir algo pela metade, como meia maçã. Ou, ainda, para quando lhe perguntarem a hora, já que o correto é meio-dia e meia (meia hora), e não meio-dia e meio!
Fonte: http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/especial.asp?EditeCodigoDaPagina=2543
http://aprendendoobasico.blogspot.com/2008/06/ando-meia-estressada.html
Seja X seje / Esteja X Esteje
As conjugações seje e esteje não existem. Essa é uma confusão feita com a conjugação dos verbos ser e estar no presente do subjuntivo, que é o tempo verbal usado em frases como "ela quer que eu fale...", "não que eu não pense", "a não ser que eu ligue...". No caso dos verbos ser e estar, o correto é seja e esteja, sempre.
Ex.: É melhor que o material seja levado pela equipe.
Caso eu não esteja no escritório, ligue no meu celular.
Menos X menas
Menas também não existe. Menos é um advérbio de intensidade, portanto não concorda com o substantivo.
Ex.: Eles fizeram menos reclamações.
Há menos pessoas neste evento.
Meio X meia
Assim como o menos, o advérbio meio não tem concordância de gênero. Você não chega em casa meia cansada (isso significaria estar 50% cansada, ou só a metade da direita, por exemplo!). Você chega meio cansada. Deixe a meia para colocar no pé. Ou para quando partir algo pela metade, como meia maçã. Ou, ainda, para quando lhe perguntarem a hora, já que o correto é meio-dia e meia (meia hora), e não meio-dia e meio!
Fonte: http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/especial.asp?EditeCodigoDaPagina=2543
http://aprendendoobasico.blogspot.com/2008/06/ando-meia-estressada.html
segunda-feira, 14 de junho de 2010
PEDIR PARA QUE? / A FIM OU AFIM?
PEDIR PARA QUE
Quem pede, Pede algo a alguém ou Pede que alguém faça algo.
Só se usa a preposição para quando está subentendida a palavra permissão.
Pedir (subentendido: permissão) para fazer algo.
Portanto, é inadequado ao padrão culto da língua dizer “Pedir para que alguém faça algo”.
Exemplo:
Peça que ele mande o orçamento para mim.
Peça que ela assine o contrato.
Pedirei uma ajuda a vocês, caso precise.
A FIM ou AFIM?
A fim de indica uma finalidade e equivale a “para”, “com o propósito de” e “com a intenção de”.
Exemplo:
Ela telefonou para o cliente, a fim de tirar algumas dúvidas.
A expressão também é utilizada para se dizer que alguém “está com vontade de fazer algo”, ou “interessado em alguém”:
Exemplo:
Estou a fim de ir ao cinema hoje.
Faz tempo que ele está a fim dela.
Neste caso, use a fim de, separado.
Afim, ou afins, indica afinidade, proximidade, semelhança, parentesco, amigos íntimos, adeptos.
Exemplo:
Irei convidar todos os amigos de faculdade e afins.
Comprarei livros e afins.
Os estados de Pernambuco e Paraíba são afins.
O departamento de compras e de finanças têm funções afins.
Fontes:
http://www.gramaticaonline.com.br/texto/893/Verbos_bitransitivos
http://dilsoncatarino.spaceblog.com.br/193779/Ele-pediu-para-que-voce-ouvisse-isso/
http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/afimou-fim-de.htm
Quem pede, Pede algo a alguém ou Pede que alguém faça algo.
Só se usa a preposição para quando está subentendida a palavra permissão.
Pedir (subentendido: permissão) para fazer algo.
Portanto, é inadequado ao padrão culto da língua dizer “Pedir para que alguém faça algo”.
Exemplo:
Peça que ele mande o orçamento para mim.
Peça que ela assine o contrato.
Pedirei uma ajuda a vocês, caso precise.
A FIM ou AFIM?
A fim de indica uma finalidade e equivale a “para”, “com o propósito de” e “com a intenção de”.
Exemplo:
Ela telefonou para o cliente, a fim de tirar algumas dúvidas.
A expressão também é utilizada para se dizer que alguém “está com vontade de fazer algo”, ou “interessado em alguém”:
Exemplo:
Estou a fim de ir ao cinema hoje.
Faz tempo que ele está a fim dela.
Neste caso, use a fim de, separado.
Afim, ou afins, indica afinidade, proximidade, semelhança, parentesco, amigos íntimos, adeptos.
Exemplo:
Irei convidar todos os amigos de faculdade e afins.
Comprarei livros e afins.
Os estados de Pernambuco e Paraíba são afins.
O departamento de compras e de finanças têm funções afins.
Fontes:
http://www.gramaticaonline.com.br/texto/893/Verbos_bitransitivos
http://dilsoncatarino.spaceblog.com.br/193779/Ele-pediu-para-que-voce-ouvisse-isso/
http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/afimou-fim-de.htm
quinta-feira, 10 de junho de 2010
ATRAVÉS OU POR MEIO DE?
Embora muitos gramáticos condenem o uso da locução “através de” com o sentido de “por meio de”, ela é cada vez mais usada nesse sentido. Tanto que já é aceitável por gramáticos.
• Acontece que a locução “através de” no seu sentido correto, equivale a: por dentro de, de um lado a outro, ao longo de, ou seja, expressa a ideia de atravessar:
- A luz entrava através de uma fresta.
- Viajou através de todo o país.
- Olhava através da janela.
• Por isso, ainda se recomenda, não usar “através de” como por meio de, por intermédio de ou, simplesmente, por. Assim, é preferível o uso de uma dessas formas:
- Recebeu a notícia por meio de (e não através de) um e-mail.
- O assunto foi resolvido por meio de decreto.
- A notícia chegou por intermédio do porta-voz.
- Os mudos se comunicam por meio de gestos.
• O melhor, entretanto, é usar simplesmente preposição “por”, que é mais econômica:
- Recebeu a notícia por um e-mail.
- Os mudos se comunicam por gestos.
- O assunto foi resolvido por decreto.
Fontes: http://recantodasletras.uol.com.br/gramatica/1487220
http://www.scribd.com/doc/6644021/Manual-de-Redacao-e-Estilo-Do-Estadao
• Acontece que a locução “através de” no seu sentido correto, equivale a: por dentro de, de um lado a outro, ao longo de, ou seja, expressa a ideia de atravessar:
- A luz entrava através de uma fresta.
- Viajou através de todo o país.
- Olhava através da janela.
• Por isso, ainda se recomenda, não usar “através de” como por meio de, por intermédio de ou, simplesmente, por. Assim, é preferível o uso de uma dessas formas:
- Recebeu a notícia por meio de (e não através de) um e-mail.
- O assunto foi resolvido por meio de decreto.
- A notícia chegou por intermédio do porta-voz.
- Os mudos se comunicam por meio de gestos.
• O melhor, entretanto, é usar simplesmente preposição “por”, que é mais econômica:
- Recebeu a notícia por um e-mail.
- Os mudos se comunicam por gestos.
- O assunto foi resolvido por decreto.
Fontes: http://recantodasletras.uol.com.br/gramatica/1487220
http://www.scribd.com/doc/6644021/Manual-de-Redacao-e-Estilo-Do-Estadao
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